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Da arte ao safári:

um roteiro com o melhor de Joanesburgo

Adriana Setti

Fernanda Frazão; divulgação

Parques nacionais, surfe e vida cultural agitada compõem a maior cidade da África do Sul. A LATAM é a primeira companhia aérea latino-americana a ligar os dois continentes

Diversão e arte

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Paredes cobertas de grafites, cafés charmosos, galerias modernas e uma programação cultural incansável: eis a receita do Maboneng, o distrito artístico de Jozi (um dos apelidos carinhosos de Joanesburgo). Um dos pontos altos do bairro é o complexo Arts on Main, que ferve aos domingos com o mercadinho Market on Main. Não perca, também, The Living Room, um jardim urbano no topo de um edifício, onde rolam festas, aulas de ioga, shows e afins.

 

Marcas do passado

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A peça-chave para entender a história da África do Sul está no Apartheid Museum, o mais importante museu do país, que disseca de forma interativa e didática o regime de segregação racial que vigorou entre 1948 e 1994 – contra o qual Nelson Mandela – ex-presidente e herói nacional – lutou durante grande parte da sua vida.

 

Mecas do surfe

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Apenas 1h40 de voo leva à cidade de Porth Elizabeth, na província do Cabo Oriental. Em outros 80 quilômetros, chega-se a Jeffreys Bay, que acolhe uma das etapas do Circuito Mundial de Surfe e é célebre por ter a onda direita mais longa do planeta. De lá, também é possível saltar à Rota do Jardim, que passa por praias famosas como Plettenberg Bay e Knysna.

 

Natureza #semfiltro

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A África do Sul tem 19 parques nacionais, além de incontáveis reservas privadas onde é possível avistar os Big Five (leão, leopardo, búfalo, elefante e rinoceronte) facilmente. Um dos lugares mais acessíveis e democráticos (em termos de orçamento) da savana para fazer safári é o Kruger National Park. Com 2 milhões de hectares, fica a 45 minutos de voo de Joanesburgo.